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Um Janeiro Feliz ou Ainda Estou Aqui 2

Donald Trump faz o juramento como novo presidente dos EUA diante de John Roberts, chefe da Suprema Corte, em 20/01/25 em Washington (Foto: Kevin Lamarque/Reuters/Bloomberg)(Bloomberg/Kevin Lamarque)
Donald Trump faz o juramento como novo presidente dos EUA diante de John Roberts, chefe da Suprema Corte, em 20/01/25 em Washington (Foto: Kevin Lamarque/Reuters/Bloomberg)(Bloomberg/Kevin Lamarque)

Prezados leitores e leitoras do Sagarana Notícias, bom dia, boa tarde ou boa noite!


Janeiro das férias se esvai com as águas caudalosas das chuvas – e tem chovido, hein!


Mas também tem neve em Miami, queda de temperatura, calor no Nordeste brasileiro, chuvas de granizo, seca…


Fato é que, de canto a canto deste planeta, as intempéries climáticas castigam populações e civilizações ao redor do globo.


Mas o ditado é claro, né?

“Quem com ferro fere, com ferro será ferido”, diz a sabedoria popular.


Infelizmente, inocentes pagam pelos mandos e desmandos dos governantes.


Miolo mole ou miolo perverso, há quem cave até a última fração do minério, visando seus bilhões e uma vida faraônica.


Mas e depois? Comer o quê? Beber o quê? Respirar o quê? Só nos resta trilhar os caminhos dos ciborgues.


Janeiro também é mês de tomadas de posse no Executivo e no Legislativo nos municípios do Brasil. Com elas, chegam novos secretários e gestores.


Também tivemos posses de presidenciáveis, como a primeira mulher a presidir o México, Sra. Claudia Sheinbaum, e o gosto amargo de nos depararmos com a volta do tirano Donald.


Janeiro é tempo de lembrar a importância do acompanhamento da Defesa Civil, pois é um período marcado por enchentes, deslizamentos de terra e pedidos de socorro acumulados. Políticas públicas.


Na última crônica que escrevi – Ainda Estou Aqui – falei sobre o início deste ano, nervoso e tumultuado, que mergulha sua cidade e o mundo em graves crises políticas. Não?


Sim, os incêndios nos Estados Unidos continuam – mas não por causa do calor, e sim devido à ascensão da extrema-direita, travestida de Trump e dos poderosos donos das redes sociais e das altas tecnologias.


Um pacote de maldades e total desprezo pelas Américas e pelo mundo. Direitos humanos?


Mas a China saiu na frente e deu seu recado aos falastrões, impondo a eles a perda de muitos bilhões.


Outros líderes também esbravejaram, mandando recados recheados de patriotismo e solidariedade aos deportados.


Falando em imigrantes, sabia que o pai e a mãe de Trump eram: a mãe, escocesa e o pai, alemão.


Mas isso não quer dizer nada quando se está no poder.


O entretenimento segue em alta, à custa do veneno desgovernado que transforma as redes em um campo minado. Pauta urgente de debates para que haja regulamentação e alguma moralidade.


No Brasil, tentam impor sanções e legislar sobre as plataformas repletas de fake news e discursos de ódio.


Pelas redes sociais também se alastram grupos extremistas no Brasil e no mundo, com ideologias nazifascistas.


Mas claro, o bem deve estar prevalecendo e sustentando o eixo da Terra. Afinal, esperançar é nosso dever. Ainda estamos aqui.


Obrigado aos que rezam e buscam emanar energia boa.


Ontem, dia 30 de janeiro, ocorreu a primeira reunião do COPOM – já falei sobre ele em notas anteriores. Foi a primeira reunião presidida por Gabriel Galípolo, sucessor de Campos Neto.


Dona Selic, taxa regulada pelo Banco Central e que visa deter a inflação, ficou em 13,25%, aumento de 1,00%. Para muitos, desesperador. Mas nos Estados Unidos é a mesma merda, viu? Pesquise.


De todas as imagens que meus sentidos captaram deste janeiro, fica a certeza: a maldade está bem mais perto do que a gente pensa. E se você não pensa, padece com todo esse mal.


Finalizando este janeiro histórico, sem saber se a escala será 7x1, 7x4 ou…


Enfim, torço para que tantas pautas sejam debatidas em sala de aula. Me lembrei agora de uma passagem bíblica, em que o clássico Moisés guia seu povo para uma “terra prometida”. A Faixa de Gaza é logo ali.


Emocionante ver a cruzada dos palestinos retornando à sua terra, destroçada por Israel e pelos Estados Unidos aos olhos do mundo.


Se cada um se voltasse para dentro, para sua primeira morada – o corpo –, talvez tivéssemos tido um janeiro mais feliz.


No mais, que venha o Oscar da Fernanda Torres, que a gente celebre Eunice Paiva e o boom do cinema nacional. Coragem!


Sigam refletindo. Eu fico por aqui, divagando.

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